Sexta-feira, 18 de Fevereiro de 2011

11º Circuito do Centenário da Cooperativa "A Sacavenense"

FERNANDO MAMEDE e FRANCISCO GRAVITO
de visita as instalações da Cooperativa "A Scavenense"


Integrado nas comemorações do 111º aniversário da
Cooperativa "A Sacavenense", realizou-se no passado dia
9 de Janeiro a primeira prova do 27º TROFÉU "CORRIDA das
COLECTIVIDADES do CONCELHO de LOURES" em Sacavém.

Na prova estiveram inscritos perto de um milhar de atletas, em todos os escalões, representando cerca de setenta e cinco equipas.
A prova integrou todos os escalões, porém com uma novidade, a MILHA URBANA para os escalões mais jovens até juvenis e veteranas F-50 e F-60 e veteranos M-60 e M-65.
Esta Milha Urbana, agora realizada, anula e substitui a habitual que normalmente, é realizada na 1ª semana de Junho de cada ano.
Foi grande a participação de atletas, principalmente, na prova rainha, na distância de 6.600 Mts.
No final da prova ouviram-se algumas opiniões sobre a dificuldade da prova, nomeadamente, o terceiro terço com três subidas a requerer grande esforço por parte dos atletas. O autor deste artigo teve em consideração estas críticas e uma vez que é o responsável pela realização da prova
admite rever o percurso, no entanto a sua experiência como atleta lava-o a pensar que um atleta tem que estar preparado para todo o tipo de difículdades. (A ideia era dar a conhecer Sacavém).
No final a satisfação dos atletas era notória e no aspecto organizativo, as coisas correram muito bem, embora eu seja suspeito, no entanto queremos fazer melhor. Os atletas foram contemplados com uma T-shirt, para além dos prémios monetários aos melhores da geral e de cada escalão. Esta prova foi organizada pela Cooperativa "A Sacavenense e contou com o apoio da Junta de Freguesia de Sacavém e da Câmara Municipal de Loures tendo o autor deste artigo convidado para padrinho da mesma o grande campeão Fernando Mamede que para além de ser alvo de uma singela homenagem recebeu uma salva em prata e um livro da Cooperativa, ajudando também na entrega dos prémios e dirigindo palavras de incentivo aos participantes, salientando a necessidade de promover esta modalidade e manifestando disponibilidade para apoiar todas a acções que visem alcançar este objectivo.


Participaram ainda na entrega dos prémios, o vice-presidente da C.M. Loures, João Pedro Domingues, o Presidente da J. F. Sacavém, José Leão, o Presidente da A.A. Lisboa, Dr. Marcelo d`Almeida e pelo Presidente da Cooperativa "A Sacavenense" Dr. José Ribeiro dos Santos

Sexta-feira, 24 de Setembro de 2010

A Planta



Um homem contratou um serralheiro que estava no desemprego para este ir fazer um (biscate) na sua vivenda. Ajudá-lo a fazer umas grades e um portão.

O primeiro dia do serralheiro foi muito difícil.

O pneu do seu carro furou, o trânsito estava caótico, assim ele deixou de ganhar três horas de trabalho.

Quando começou o trabalho, a máquina de soldar estava avariada, cortou um dedo com a rebarbadora, e no final do dia o carro não pegou.

O senhor que o contratou deu-lhe então uma boleia e durante o caminho o serralheiro não falou. Quando chegou a casa o serralheiro convidou o seu patrão para entrar e conhecer a sua família.

Quando os dois caminhavam para a porta, o serralheiro parou junto de uma pequena planta e carinhosamente tocou nas pontas das folhas com as suas mãos.

Depois de abrir a porta de casa, o serralheiro transformou-se por completo!

A expressão tensa e carrancuda do seu rosto transformou-se num grande sorriso. Abraçou os seus filhos, brincou com eles, e beijou carinhosamente a sua mulher.

Um pouco mais tarde o serralheiro acompanhou o seu visitante até ao automóvel. E assim que eles passaram pela planta o patrão perguntou; porque é que ele havia tocado na planta antes de entrar em casa.

Aaaaahhhh, sorriu o serralheiro, esta é a minha planta das soluções.

Como eu sei que não posso evitar de ter problemas na minha vida, e também não quero trazê-los para casa onde vive a minha mulher e os meus dois filhos, então decidi que todas as noites deixaria os meus problemas nesta planta e na manhã seguinte voltava a levá-los.

E funciona? perguntou o patrão já perto do seu automóvel.

Se quer saber, funciona melhor do que eu pensava.

Todas as manhãs quando volto para levar os meus problemas, estes, já não são nem metade dos que eu me lembro de ter deixado na noite anterior.


E agora perguntam os leitores, mas o que é que esta história tem a ver com o atletismo?


Já alguma vez treinaram cheios de problemas?

Quinta-feira, 1 de Julho de 2010

O plano de treino



Porque vêm aí as férias e depois nova época.

Os grandes resultados desportivos do atletismo actual não são produto de : azar, nem de excepcionais condições naturais de alguns atletas, (embora ajude bastante) admito que em parte a farmácia nalguns casos tenha alguma influencia, mas os grandes recordes são fruto de fundamentalmente perfeitos planos de treino. Embora também não de deva esquecer o aumento do nível de vida, melhores instalações desportivas, grandes compensações económicas resultado da entrada de multi nacionais, maior divulgação das provas, melhor detecção de talentos, mais competições etc.

Mas o que verdadeiramente faz com que um atleta passe da mediocridade para alto nível nacional ou internacional é a realização de um plano que tenha provado a sua eficácia com os êxitos de vários atletas.

O treino apoia-se na capacidade do organismo se adaptar ao esforço, mas sabemos que à medida que um estímulo se prolonga, perde a eficácia.

Quanto mais se utiliza um tipo de treino, mais rápido se adapta o corpo e chega ao momento que o efeito é nulo. Como costumo dizer " a estagnação é inimiga da evolução".

Isto justifica utilizar tipo de treinos muito variados, no entanto o volume e a intensidade têm sempre que ser individuais em função do ciclo de treino. Tudo isto não está contra o princípio do aumento gradual do treino no que se refere ao volume geral da época, de um ciclo ou de um microciclo de treino: quando falo em utilizar métodos variados estou a referir-me à variedade dentro de uma semana, entre microciclos, ciclos e épocas.

Os atletas principiantes chegam aos melhores resultados principalmente no primeiro e segundo ano de treino porque na maior parte das vezes não variam a quantidade e a intensidade dos seus treinos portanto a partir daí os resultados desportivos estagnam.

Mesmo que seja um principiante deve ter sempre em conta o aumento gradual do estimulo e deixar a variedade para quando pelo menos tiver 4 anos de prática desportiva.

No meu tempo (ainda antes de se descobrir a roda e o fogo) os planos de treino começavam com um período mais ou menos grande em que predominava os exercícios de carácter geral com grande volume de trabalho, para depois com o aproximar da época de pista os exercícios específicos e o aumento da intensidade.

Hoje em dia começou a aplicar-se desde o início da época todos os métodos de treino tendo em vista as necessidades do momento.

CICLO INICIAL:

Tem como objectivo activar o organismo depois do descanso, deve ser de curta duração para dar tempo ao atleta de adquirir um nível razoável de treino sem lesões.

CICLO FUNDAMENTAL:

Aumenta-se fortemente o volume e a intensidade, corrigem-se algumas lacunas e criam-se bases para futuros resultados.

CICLO ESPECÍFICO:

Intensificam-se os exercícios especiais e específicos.

CICLO DE COMPETIÇÃO:

mantem-se a condição física até aí adquirida com preparação exclusiva para a competição.

CICLO DE TRANSIÇÃO ou regeneração:

O atleta tem que recuperar física e psicologicamente, fazer uma avaliação da época anterior saber se foram cumpridos todos os objectivos ou porque falharam, e traçar novos objectivos de acordo com o seu treinador no caso de o ter, no entanto os objectivos não devem ser nem muito fáceis nem muito dificies de alcançar.

Quinta-feira, 17 de Junho de 2010

Diagnóstico


A evolução na distância

As disciplinas de 1/2 fundo foram desde sempre especiais, quer pela riqueza e complexidade dos meios de treino utilizados na sua preparação, quer pelas características excepcionais dos atletas.

O rendimento dos atletas qualquer que seja a sua disciplina, resulta sempre da interacção de vários factores, cada qual com a sua contribuição relativa. Apesar dos tempos das melhores perfomânces em 800 mts indicarem a excepcional importância da velocidade de base sobre distâncias mais (curtas), para se obter sucesso nesta disciplinas, continuo a constatar que a maioria desses atletas demonstram igualmente excelentes resultados na distância superior ou seja sobre 1500 mts ou até mesmo 5.000 / 10.000 mts.

(É exactamente esta questão que me leva a dar a minha opinião aqui neste blog em virtude de ter um atleta que fez a sua formação em 800 / 1500 mts e que se prepara agora para abordar distâncias mais longas, seguindo o exemplo de vários atletas que foram muito bem sucedidos e trás mais vantagens do que um percurso no sentido inverso, ou seja um estradista a fazer incursão em provas mais curtas).
Os 800 mts são uma disciplina que exige uma combinação de força, velocidade, resistência aeróbica / anaeróbica e táctica para que se consigam alcançar os resultados desejados.

O atleta para além de necessitar de uma forma física extraordinária, necessita de ter um sentido táctico muito desenvolvido. A forma como se correm actualmente estas distâncias em ambos os sexos com velocidades para a primeira volta a rondar os 49"4 - 52"7 nos homens e os 56"4 - 58"2 nas senhoras, faz com que se considere os 800 mts quase como uma prova de sprinte prolongado.

As exigências de corridas com ritmos tão elevados, fazem sobressair a ideia de que a velocidade predomina relativamente à resistência.
A exigência do controle do esforço (anaeróbico / aeróbico) no exito destas provas, impõe que o atleta domine a utilização de ambos os sistemas de energia.

Nesta distâncias (800/1500) é pois possível obterem o mesmo sucesso, atletas dotados de carecterísticas físicas muito diferentes e utilizando diversas metodologias de treino.

Se à algumas décadas atrás, para os atletas triunfarem era suficiente possuírem uma boa capacidade de resistência e baixos níveis de força e de velocidade base, a partir de determinada altura começaram a surgir na luta pelos primeiros lugares, atletas dotados com outro tipo de capacidades - mais rápidos e mais fortes. Os resultados obtidos por estes atletas, colocam ainda em evidência, o domínio cada vez maior de atletas oriundos de distâncias inferiores que após um período de especialização nos 800 ou 1500 mts e mantendo a participação em competições de 800/1500 conseguem obter excelentes resultados nas distâncias imediatamente superiores.

Actualmente, os melhores registos cronométricos e as vitórias nestas competições são evidentemente dos atletas mais completos, dotados de bons índices de força e de velocidade e simultâneamente preocupados em desenvolver a resistência de forma específica para a sua prova.

Domingo, 30 de Maio de 2010

A Psicologia


Psicologia no Desporto


Como treinador de atletismo o meu trabalho é procurar o processo
de treino óptimo.

O processo de treino óptimo visa desenvolver as capacidades

do desempenho dos atletas para alcançar um nivel mais elevado

possível e na altura da competição deixar essa capacidades

atingirem os 100% do seu potencial. Mas...

-Porque têm alguns atletas a capacidade de fazer tudo bem e

apresentar-se ao seu melhor nível, quando necessário, enquanto

outros ficam aquém?

- Porque é que alguns atletas têm pior desempenho em finais

de competições principais do que em sessões de qualificação

ou eventos de menor importância?

- Porque é que alguns atletas são tão bons nos treinos e depois

vão contra todas as expectativas nas competições?

Estas questões mostram que o desempenho desportivo não

é apenas influenciado pelas condições físicas. Há mais qualquer coisa...

FORÇA MENTAL;

Esta provado que há grandes diferenças na área da psicologia.

Vou dar um exemplo simples. Um treinador até pode ter um atleta

com uma condição física invejável mas se tiver uma condição

mental muito fraca, estamos perante um Ferrari a ser conduzido

por um taxista.

Tive uma vez um atleta que no final de grandes treinos, tinha

sempre muitas ambições mas chegada a hora das competições

psicologicamente estava de rastos o que condicionava e de que

maneira a sua prestação desportiva.

De volta aos treinos e no final lá vinha a mesma ambição de sempre.

Um dia disse-lhe: " o teu problema é que entre ti e o sonho estas tu".

Bem sei que os atletas não são apenas máquinas.

Os metodos de treino tradicionais parecem, assim insuficientes e

desajustados. Começamos a aprender que somos seres humanos

vivos, e que há poderes psicológicos em nós que influência os

nossos desempenhos. No mundo de hoje estamos a aprender a

compreender cada vez melhor que é a nossa mente que comanda

o nosso corpo.

E quando o nosso cérebro dá uma ordem a maior parte das vezes

o corpo executa só que as vezes a ordem não vem e isso é que faz

a diferença nos atletas.

Assim começamos por compreender que o corpo e a mente trabalham

juntos e são partes de um todo. É que o desempenho atlético é o

resultado de poderes e processos internos.

É no entanto impossível analisar o desempenho do um atleta e
concluir que a sua performance foi o resultado da sua boa condição

física e boa técnica. Este modo de interpretar os resultados da
performance de um atleta não permitem a compreensão do

desempenho como um todo e tornamo-nos cegos relativamente

à fusão e coordenação de todos os processos válidos.

O trabalho de um atleta é o conjunto de ambas as forças física e

mental e, de facto, por vezes até as influências sociais têm o seu

papel. Podemos comparar o todo com a roda da nora. Metade

está dentro de água e a outra metade está fora mas só assim

é possível funcionar como um todo.

A psicologia pode ser definida como um comportamento Externo

e Interno de um ser humano. Os comportamentos externos

consistem em acções que podemos observar. Os comportamentos

internos são mais difícies de controlar e não os podemos observar

ou medir.




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Domingo, 28 de Março de 2010

Saúde e Higiene


Alerta Veteranos

Vem este artigo a propósito de uma pergunta do meu grande amigo
J. Adelino "onde é que treina a malta agora"
Eu continuo a ir lá sempre que não estou lesionado, mas mesmo
quando isso acontece, então passa da corrida para a caminhada,
parar nunca. Pois é lamento que muitos atletas só treinem se for
para competir esquecendo o mais importante. Eu sei que a verdade
não tem muitos amigos, mas prefiro ofender com a verdade do que
elogiar com a mentira.
A saúde é um dos mais antigos objectivos, tanto na educação física
moderna como das práticas remotas do exercício físico. Aristóteles
já recomendava o desporto como meio de formar o corpo, antes
mesmo da formação do espírito, e a medicina da antiguidade foi
pródiga em recomendações terapêuticas que prescreviam o exercício
como remédio indispensável.
O desporto tornava-se assim higiénico ou médico e ortopédico, respectivamente.
Por outro lado, à luz dos novos conhecimentos, provenientes da biologia
e da psicologia humana, a saúde já não é entendida como um simples
estado de ausência da doença. O seu conceito alargou-se para um estado
geral de bem estar e de plena disponibilidade das faculdades orgânicas
e mentais, pelo que a educação física, no espírito e na prática, teve de
conresponder a esta nova interpretação.
Não se trata de usar o exercício físico como remédio para repor o
equilíbrio perdido mas de incluí-lo num estilo de vida e numa prática
para sempre.
Atletas de competição ou simples manutenção, correndo a maratona,
campos desportivos para homens e mulheres da terceira idade, cidadãos
vulgares, regressados do trabalho, fazendo alguns quilómetros de endurânce
na via pública são o resultado, em muitos países de uma completa revisão
dos princípios da doutrina da prática desportiva.
Assim é minha intenção alertar os atletas do escalão de veteranos para
o facto de os atletas de competição em Portugal estarem em vias de extinção.
O que resta então nas diversas provas que se realizam por todo o país?
uma grande percentagem de atletas veteranos, será então que nesta idades
praticar desporto para conservar a saúde tanto física como mental, não
é já uma grande vitória?. Hoje queremos viver a velhice como uma terceira
idade válida e não como um fardo infligido aos outros. Há até quem defenda
que um fornecimento mais abundante de oxigénio aos tecidos evita o
aparecimento de células cancerosas. O medo do cancro é Universal;
mas há mais razões para temer as doenças do coração, e a obesidade.
Os homens já são 56,6 % pré - obesos e 11% obesos, nas mulheres 1/4
da população. Todos os factores de risco da nossa época são directa
ou indirectamente reduzidos pelo desporto as doenças modernas... não
podem ser controladas exclusivamente através de um diagnóstico
precoce e exigem empenho pessoal do doente para o tratamento a
longo prazo, não pode limitar-se aos medicamentos.
E uma grande vantagem da prática do atletismo (corrida) é que se pode
fazer até uma idade bastante avançada e em qualquer lado, desde que,
se faça com moderação e sempre com acompanhamento médico.
O desporto só pode ser um prazer para quem goza de boa saúde.
Perante isto faz-me uma certa confusão presenciar ainda (atletas)????
de idades, 60 - 65 - 70 - a querer um escalão para as respectivas idades!!!!
Porque pelos vistos para eles se não houver uma medalha, taça
ou 5,00 ou 10,00 € nada vale a pena.

Vale a pena pelo menos reflectir.


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Domingo, 21 de Março de 2010

O regresso


Depois de alguns meses de afastamento, em que apostei
na minha valorização pessoal, eis que estou de volta
e logo num dia muito especial para a família do atletismo,
já que, hoje em Lisboa foi finalmente batido o recorde
mundial da Meia Maratona pelo atleta, eritreu Zerzenay
Tadese (58´23") menos 10" que o anterior recorde que
estava na posse do queniano Samuel Wanjiru desde 2007.
Como quem não aparece esquece, aqui estou eu outra vez
a chover no molhado.

O treino como um processo de aprendizagem motora

O corpo humano é um sistema cibernáutico (ciência que estuda os
mecanismos de comunicação e de controlo nas máquinas e nos seres vivos...)
altamente intrigante, e como tal pode ser comparado a um computador.
Para que o nosso organismo funcione, é necessária energia, e programas que o
activem e impeçam de operar na sua funcionalidade universal.
Enquanto que a actual geração de computadores (hardware) recebem
basicamente os seus programas de fontes externas (software)
o "computador" humano é bem mais inteligente na medida em que
se pode autoprogramar.
Os seres humanos criam o programa necessário, depois de um processo
de aprendizagem, de modo a levar a cabo uma tarefa ou várias.
A aprendizagem é em geral considerada uma adaptação de comportamento
uma mudança de circunstâncias, que resultam de um processo de informação
individual e específica.
O treino de uma aprendizagem motora é a adaptação de uma mudança de
circunstâncias, na actividade motora humana. É um processo basico de
formação de capacidades coordenativas e condicionais, baseadas no
processamento de informação, pelo sistema neuromuscular.
A carga de treino é reguladora dos estímulos externos aplicados, para
alterar uma situação interna do corpo, o termo (treino) deve ser utilizado.
O processo de treino é planeado em função das cargas.
No controlo de treino carga e exigência, são igualmente importantes.
Aos atletas e seus treinadores tendo em vista um desenvolvimento da
perfomance, devem aumentar a carga de forma progressiva. Se a sobregarga
não é progressiva, o atleta pode "estagnar", há muitas maneiras de
conseguir este objectivo.

1 - Aumentando o volume
2 - Aumentar a intensidade
3 - Especialização e qualidade
4 - Grande concentração
5 - Acelarar a recuperação

A estagnação é inimiga da evolução